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FLÁVIO J JARDIM - NOTÍCIA VERDADE

A importância histórica do Dia da Mulher. Pesqueira e região contam com mulheres de grande destaque.

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A importância histórica do Dia da Mulher. Pesqueira e região tem mulheres de grande destaque. Data celebra as lutas e conquistas pelo direito ao voto e pelo fim da discriminação, especialmente no trabalho

A importância histórica do Dia da Mulher. Pesqueira e região contam com mulheres de grande destaque.

       Ah, falar das mulheres é mágico para qualquer homem. Qualquer homem que respeita, idolatra, admira, incentiva, colabora, escuta, obedece, dialoga e ama.

       Pesqueira tem nomes grandiosos, desde líderes a donas de casa. Marieta Pitta, Dona Yaya, Carmita Maciel, Carminha Freitas, Macirajara Freitas, Diamantina Freitas, Lourdinha Aragão, Mira Morcourt, Maria do Carmo (Chefe de Gabinete de vários governos), Maria da Paz (as duas da Educação), Maria José (atual prefeita), Cleide Oliveira (ex-prefeita), Socorro Taveira, Deuza (Medcenter), Giovanna Siqueira, Ângela Valença, Melânia, Micheline Morgana (OAB), Marcília Tenório, Constance Almeida, Ana Paula Lima (Escola Bernadete), Maria Eugênia (in memoriam, Labopac) e Tânia (Educação).

       Mulheres de fibra como Sandra Valéria, Sandra Maciel, Sandra (perfumaria, Socorrinho, Laís Maciel, Drª Fátima Meira, Zelma Bayer, Marluce Torres, Maura Aragão, Dadá (Santa Dorotéia), Irmã Mariluce (Dorotéia), Fabiana (Cáritas), Jasdenir, Sônia Monteiro, Estela, Katarina (Saúde), Marize (diretora de escola), Cilene (primeira dama de Poção), Fabrícia Leal (primeira dama de Alagoinha), Flávia Oliveira (primeira dada de Sanharó), Sandra Rodrigues, Ariselma, Fátima Genu, Rosângela, Rosinete (todas de turismo).

       Alessandra Bezerra, Izabela (Assistência Social), Rita Carvalho, Rosa de Lima (UBM), Neilda Pereira (Cáritas), Ticiana Prudêncio (SESC), Jeane (Educação), Joana e Maria Germino (Poção), Edileusa Torres, Arinete Acioli (vereadora), Valéria Alves (vereadora), Isabel Barros, Lucia Martins, Marcia Leite (Jornalista e advogada), Dora (Waldemar), Mércia Sobreira, Etiene, Lisane Oliveira, Lisane (Peixoto), Nita (Izabella Modas), Adalmir, Gislene Benigno, Gracinha Martins, Gláuria Simões, Laís (engenheira Educação), Claire, Carol (Assessoria de imprensa Compesa), Jamile Costa, Erika Santos, Erika Costa, Dione Maria, Roseli (Cardeal), Leonora Castro, Tarcineide Tenório, Vânia Aguiar, Patrícia, Luciana (Tesoureira), Fátima Arcoverde, Gisele (Gabinete), Socorro do Ouro, Socorro Nery Castro, Roberta Costa, Laura (Socorristas), Joana Leite, Luzia Guimarães (Sanharó), Ruth (Poção), Jaciene (Poção), Jaisla (Trânsito), Iris Avelino, Rossany Barrero, Andrea, Andreia, Aglaé, Jana Tenório, Janaína Velozo, Mariana (ex-assistência Social), Marusa, Amanda Dantas, Conceição Rosendo, Ludgarda Cordeiro, e tantas outras que fazem muito bem na região.

 

       O dia 8 de março é celebrado em todo o mundo para reconhecer as conquistas sociais, políticas e culturais das mulheres. O Dia Internacional da Mulher também é uma oportunidade de chamar atenção para a necessidade de acelerar os movimentos em direção à igualdade de direitos e de condições em relação aos homens – algo que ainda deve levar mais cem anos para acontecer, de acordo com um relatório do Fórum Econômico Mundial (conteúdo em inglês) feito em 2017.

       Essa reivindicação tem história. Tudo começou no início do século 20, quando as mulheres se uniram e começaram a ir para a rua exigir o direito de votar e de trabalhar em condições mais dignas.

 

 1909 - Primeiro Dia da Mulher

 

O primeiro país a ter um dia nacional da mulher foram os Estados Unidos: 28 de fevereiro de 1909, por sugestão de Theresa Malkiel.

 

1910 - Conferência Anual das Mulheres

Inspirada pelas americanas, a feminista alemã Luise Zietz propôs o estabelecimento de um dia internacional da mulher.

 

1911 - Movimento ganha força

 

Em 1911, a Internacional Socialista decidiu estabelecer um Dia da Mulher para homenagear os movimentos pelos direitos das mulheres.

 

1917 - Primeira conquista marcante

 

Em 1917, as mulheres russas tomaram as ruas de Moscou no dia 8 de março para protestar contra a Primeira Guerra Mundial.

 

1975 - Dia Internacional da Mulher

 

O Dia Internacional da Mulher foi oficialmente celebrado em 8 de março pela primeira vez por iniciativa da Organização das Nações Unidas.

 

Mais do que flores e chocolates

 

       Mas a luta pela igualdade não parou por aí. Até hoje as mulheres continuam demonstrando sua força nas ruas. No ano passado, por exemplo, milhões de mulheres de todo o mundo participaram de mais de 600 passeatas para protestar contra o machismo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e defender seus direitos. Usando as redes sociais, as mulheres iniciaram também os movimentos #MeToo e #TimesUp, que chamam a atenção para o assédio sexual dentro e fora do ambiente de trabalho.

 

       A cada ano, o Dia Internacional da Mulher tem um tema. O de 2018 é o #PressforProgress, movimento global que conclama as mulheres a pressionar a sociedade e o poder público a avançar na igualdade entre os gêneros. Afinal, ainda há muito o que fazer, especialmente no mundo do trabalho. Nesse campo, só haverá igualdade entre os gêneros daqui a 217 anos, de acordo com o Fórum Econômico Mundial.

 

Mulheres no Brasil

 

       No Brasil, embora as mulheres tenham nível de formação superior ao dos homens, elas ocupam apenas 38% dos cargos gerenciais nas empresas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - em 2011, essa proporção era de 39,5%. Além disso, recebem o equivalente a 76,5% do salário dos homens. Mesmo trabalhando fora, as mulheres dedicam 18 horas por semana aos cuidados com o lar ou com a família (os homens, 10 horas).

 

51% da população brasileira é mulher

 

Recebem 75% do salário dos homens

 

18h semanais em trabalho não remunerado

 

       Valorizar o talento das profissionais, porém, pode ser essencial para o sucesso de uma empresa. Uma companhia que tenha 30% de líderes mulheres pode aumentar em 6% a margem líquida de lucro, aponta um estudo da consultoria internacional EY (conteúdo em inglês). Apesar disso, essa mesma pesquisa aponta que quase um terço das companhias no mundo não tem mulheres em sua diretoria ou em posição de gerência e metade não tem executivas em seu quadro (em 60% delas, não há mulheres entre os membros do conselho).

 

37,8% dos cargos gerenciais são das mulheres

 

16,9% das mulheres 25+ têm ensino superior

 

7,9% dos municípios têm delegacia da mulher

 

Em alguns países, a igualdade de gênero está avançando. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, os países mais igualitários do mundo são a Islândia, a Noruega, a Finlândia, Ruanda, a Suécia e a Nicarágua.

       Na Islândia, as mulheres têm tanta influência política quanto os homens – e salários semelhantes. Já na Nicarágua, as mulheres conquistaram a igualdade em postos ministeriais, e o país tem uma das mais altas proporções do mundo de mulheres entre seus parlamentares (46%). No Brasil, apesar de serem 51% da população, as mulheres ocupam apenas 10,5% das cadeiras na Câmara dos Deputados e 16% das do Senado Federal, segundo a Folha de São Paulo.

       A educação é o campo em que a igualdade de gênero está mais perto no mundo – e pode ser alcançada em 2030, aponta o Fórum Econômico Mundial, que ressalta também o progresso para alcançar a paridade também na política.

 

Fontes:

www.vivaalongevidade.com.br, Jornal A Notícia, Site Flávio J Jardim – Notícia Verdade

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