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FLÁVIO J JARDIM - NOTÍCIA VERDADE

As 14 melancias do cemitério de São Sebastião do Umbuzeiro (PB) que ninguém quer consumir

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O pé de melancia cresceu, se esparramou na área do cemitério, deu 14 frutos e ninguém se atreve a comer

As 14 melancias do cemitério de São Sebastião do Umbuzeiro (PB) que ninguém quer consumir

      Os moradores de São Sebastião do Umbuzeiro, na Paraíba, perto da tricentenária Vila de Cimbres, em Pesqueira, estão com um grande dilema.

      As pessoas que vão sepultar seus entes queridos no cemitério da cidade, se deparam com um fato inusitado. Mesmo na seca que assola todo o Nordeste, no campo santo da cidade nasceu um pé de melancia.

A planta cresceu, se esparramou entre covas, túmulos e cruzes e deu 14 frutos. O interessante da história é que ninguém tem coragem de consumir as melancias.

Para coroar a história inacreditável, uma moça que mora nas redondezas se chama Magali e disse que “jamais provaria um fruto desse”. Magali, pra quem não está familiarizado, é uma das personagens da história em quadrinhos Turma da Mônica, de Maurício de Souza.

 No enredo dos quadrinhos, Magali é uma menininha fanática por melancia e sempre aparece nas tirinhas com uma fatia da fruta na mão. Seu alimento preferido é uma doce e suculenta melancia.

Voltando São Sebastião do Umbuzeiro, as frutas que nasceram no cemitério estão grandes, maduras, prontas para o consumo, mas nenhuma alma viva quer consumi-las.  

CONTAMINA?

As 14 melancias do cemitério de São Sebastião do Umbuzeiro (PB) que ninguém quer consumir

 

      Os pomares de cemitério são formados pelos pássaros, que distribuem indiscriminadamente as sementes das frutas que comeram por aí, regenerando, em proveito próprio, espontâneas plantações frutíferas.

      Intocáveis, as frutas de cemitério pertencem, na verdade, aos passarinhos. Mas a maior dúvida que existe é se as frutas podem estar contaminadas com algumas doenças.

      Segundo especialistas, a resposta é Não. As plantas não contraem patologias que são transmissíveis ao homem. O fato de haver cadáveres ao redor de uma planta não implica jamais em transmissão do agente etiológico do óbito, por dois motivos: o primeiro é que com o portador morto, esse agente perece em pouco tempo.

      Segundo: não há comprovação de que as raízes das plantas absorvam vírus ou bactérias juntamente com a água e com os nutrientes do solo. “As enfermidades metáfitas podem ocorrer em qualquer lugar, basta que o causador ataque a planta, o que implica dizer que não é porque a planta habita um cemitério que ela terá doenças”, explicam médicos.

            Você teria contagem de comer as melancias do cemitério de São Sebastião do Umbuzeiro?

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