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FLÁVIO J JARDIM - NOTÍCIA VERDADE

Mulher diz que aposentado afogado é o mesmo que assassinou sua mãe em 1997, em Pesqueira.

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Mulher diz que aposentado afogado é o mesmo que assassinou sua mãe em 1997, em Pesqueira. O crime foi na Escola Eliseu Araújo

Mulher diz que aposentado afogado é o mesmo que assassinou sua mãe em 1997, em Pesqueira.

       Ao submergirem com o corpo do aposentado Luiz Carlos, conhecido como Luizinho, 48 anos, que morreu afogado na Barragem da Pitanga, ontem (21 de janeiro de 2019), em Pesqueira, os mergulhadores do Corpo de Bombeiros, sem saber, trouxeram à tona uma história tétrica, recheada de dor e sofrimento, ocorrida em março de 1997.

       Ao ler no exterior a reportagem deste Site sobre o desaparecimento de Luizinho, a pesqueirense Vivian Freitas, 38 anos, que atualmente mora em Thetford, uma cidade mercantil e paróquia civil no distrito de Breckland, em Norfolk, Inglaterra, manteve contato com a Redação em Pesqueira e disse categoricamente que o homem afogado “é o mesmo que assassinou minha mãe há quase 22 anos atrás”, declara.

       “Ele a matou na minha frente a tiros, quando eu tinha 16 anos”, narra Vivian.

       O crime, segundo ela, ocorreu por volta das 11h30 do dia 20 de março de 1997, e foi bastante comentado em Pesqueira. Ela conta que Luizinho atirou quatro vezes na funcionária pública Geilza Batista de Freitas, conhecida como “Pretinha”, dentro da Escola Elizeu Araújo, em Pesqueira.

       Geilza trabalhava na escola. Vivian diz que, após o crime, Luizinho tentou o suicídio e deu um tiro no próprio ouvido, mas não morreu. “Ele foi socorrido e escapou”, lembra.

       “Pelo crime, Luizinho foi condenado a muitos anos, mas devido à alegação de insanidade mental, ficou menos de dois anos na cadeia”, descreve Vivian. Ela afirma que “o crime destruiu a família e depois eu e mais minhas duas irmãs fomos morar em São Paulo”.

       Vivian, a filha mais nova de “Pretinha”, hoje mora em Thetford, na Inglaterra, mas ao ler a reportagem no Site decidiu contar a história. Vivian ficou horrorizada e traumatizada por que além da brutalidade do crime “quando cheguei vi ele dar o último tiro na minha mãe”, completa.

       Segundo moradores do bairro da Pitanga, após toda essa tragédia, e depois de ser solto, Luizinho começou a beber de forma mais acentuada. Ontem, por volta das 14h, morreu afogado ao mergulhar na Barragem da Pitanga. “Todos precisam saber da história”, finalizou Vivian Freitas.

Mulher diz que aposentado afogado é o mesmo que assassinou sua mãe em 1997, em Pesqueira.

 

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