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FLÁVIO J JARDIM - NOTÍCIA VERDADE

Poção, que sofreu em 2015 o mais duro golpe contra o Conselho Tutelar no país, elegeu 5 representantes neste domingo (06).

Poção, que sofreu em 2015 o mais duro golpe contra o Conselho Tutelar no país, elegeu 5 representantes neste domingo (06).
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Poção, que sofreu em 2015 o mais duro golpe contra o Conselho Tutelar no país, elegeu 5 representantes neste domingo (06). Eleição foi tranquila.

Poção, que sofreu em 2015 o mais duro golpe contra o Conselho Tutelar no país, elegeu 5 representantes neste domingo (06).

       Poção parou para eleger seus conselheiros tutelares neste domingo (06 de outubro). O Conselho Tutelar da cidade ficou conhecido em todo o país pelo duro golpe que sofreu em 2015, quando três membros foram mortos a sangue frio numa chacina.

       Ontem, claro, todos os moradores lembraram do triste episódio, mas foram eleger os cinco integrantes do novo Conselho Tutelar. Iza (1.620 votos), Patrícia (1.586), Vandro (1.250), Verônica (1.246) e Henrique (1.225), são os eleitos e vão atuar no novo mandato.

       Os votos totalizaram a soma de 2 592, onde cada eleitor poderia escolher cinco nomes. Depois de horas de apuração, saiu o resultado. Apenas um candidato novo conseguiu entrar no Conselho Tutelar de Poção. Henrique é membro da Igreja Assembleia de Deus e atua em uma fábrica do município. Os demais conselheiros conseguiram a renovação de seus respectivos mandatos.

       A cidade hoje vive um clima de paz e harmonia, mas ficou conhecida até internacionalmente devido à tragédia.

Poção, que sofreu em 2015 o mais duro golpe contra o Conselho Tutelar no país, elegeu 5 representantes neste domingo (06).

ENTENDA O CASO

 

       No dia 06 de fevereiro de 2015, três conselheiros tutelares e uma mulher de 62 anos foram mortos em uma chacina em Poção, no Agreste pernambucano, a 240 km do Recife. As vítimas estavam em um carro do Conselho Tutelar do município junto com uma menina de 3 anos, única sobrevivente do crime.

       Eles vinham da casa da avó paterna da criança, situada em Arcoverde, no Sertão, a cerca de 70 km de Poção. As famílias dividiam a guarda da criança. O pai e a avó paterna cuidavam dela durante a semana e, nos fins de semana, a menina ficava com os avós maternos.

       A senhora que morreu na chacina era Ana Rita Venâncio, esposa de João Batista e avó da criança. As vítimas foram emboscadas na estrada do Sítio Cafundó, por onde os cinco passavam de carro.

       Na época, a polícia apurou que primeiro, atiraram no motorista, depois nas mulheres que estavam no banco de trás e à queima roupa em um deles (um conselheiro) que tentou escapar.

       Os conselheiros eram Carmem Lúcia da Silva, de 38 anos, José Daniel Farias Monteiro, de 31, e Lindenberg Nóbrega de Vasconcelos, de 54.

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