PELA PAZ | Padre Adilson chora em oração pelas vítimas inocentes da devastadora invasão russa à Ucrânia
“Esse horrível acontecimento, que pode ter consequências desastrosas para toda a humanidade, me lembra quando, na minha adolescência, a Rússia invadiu Praga e matou milhares de jovens que queriam apenas a liberdade”.
Por Flávio José Jardim
atualizado há 4 anos
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ARCOVERDE E PESQUEIRA (PE) – “Amados e amadas, nesta tarde, em oração, vendo ao vivo a devastadora invasão russa à Ucrânia, choro pelas vítimas inocentes desse bravo povo que vai à luta para defender o seu território, a sua cultura e liberdade, sem chances nenhuma de vencer o opressor.
Esse horrível acontecimento, que pode ter consequências desastrosas para toda a humanidade, me lembra quando, na minha adolescência, a Rússia invadiu Praga e matou milhares de jovens que queriam apenas a liberdade, submetendo o povo Tcheco à humilhante submissão e às barbáries do comunismo, este infame regime, que Vladimir Putin quer fazer ressurgir no Leste Europeu.
Na verdade, é um triste recomeço de uma história, por muitos desconhecida, que deixou marcas profundas de dor e milhões de mortos.
Putin, tal qual Hitler, é a personificação do demônio. Leiam e estudem a história da antiga URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas); conheçam a doutrina marxista e vocês terão suficientes razões para amar a democracia e defender a liberdade religiosa!”
Sentindo o sofrimento do povo ucraniano, ultrajados e humilhados pela bárbara invasão da Rússia, sabendo da gravidade desse momento, faço minhas a palavras de São João Paulo ll numa belíssima oração dirigida a Virgem Maria, rainha da paz:
“Ó Maria, aurora do mundo novo, Mãe dos viventes, confiamo-vos a causa da vida: olhai, Mãe, para o número sem fim de crianças a quem é impedido nascer, de pobres para quem se torna difícil viver, de homens e mulheres vítimas de inumana violência, de idosos e doentes assassinados pela indiferença ou por uma presunta compaixão.
Fazei com que todos aqueles que creem no vosso Filho saibam anunciar com desassombro e amor aos homens do nosso tempo o Evangelho da vida.
Alcançai-lhes a graça de o acolher como um dom sempre novo, a alegria de o celebrar com gratidão em toda a sua existência e a coragem para o testemunhar com laboriosa tenacidade, para construírem, juntamente com todos os homens de boa vontade, a civilização da verdade e do amor, para louvor e glória de Deus criador e amante da vida.
Amém!”

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