DESAPARECIDA DESDE O DIA 20 | Sumiço da estudante Mazé é um mistério que intriga Pesqueira e região.
QUINZE DIAS SEM MAZÉ. Estudante simplesmente sumiu. Até agora ninguém tem nenhuma informação. Imagens mostram Mazé caminhando pelo bairro da Central e comprando lanche.
Por Flávio José Jardim
atualizado há 3 anos
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PESQUEIRA (PE) – Quinze longos dias de aflição para a família da estudante Maria José Cordeiro da Silva Lopes, conhecida como Mazé, que desapareceu sem deixar muitas notícias. O SBT fez até um passo a passo dos últimos momentos em que Maze foi vista no bairro da Central, em Pesqueira, Agreste de Pernambuco.
O caso ainda segue como um verdadeiro mistério. Até agora, as investigações não apontam crime até o momento.
COMO FOI?
A auxiliar de serviços gerais Maria José Cordeiro da Silva Lopes, 33 anos, saiu de casa para ir à escola no bairro da Central. Numa esquina, deixou o transporte escolar e disse as amigas que iria resolver um problema.
“Se tivesse tempo, seguiria para a escola ou retornaria para casa”, dizem testemunhas. Ela fez o trajeto, entrou no mercadinho para comprar um lanche e, em seguida, sumiu.
As câmeras de segurança registraram exatamente esses momentos. Mas, segundo informações de familiares, a estudante estava estranha na terça (18) em casa e no trabalho. Na quarta-feira (19), ela passou o dia inteiro em casa e não foi trabalhar. Preferiu ficar ao lado das duas filhas e do marido.
Na noite da quinta-feira, 20 de outubro, simplesmente desapareceu, sumiu. As últimas imagens dela são essas publicadas: na rua e no mercadinho.
Segundo informações, desde o desaparecimento da Maria José o aparelho celular está desligado e a família não consegue fazer nenhum tipo de contato. “Estamos desesperados, tentando entender o que aconteceu. O marido dela começou a procurar e ligou para mim 23h da noite”, disse a irmã, destacando que “a gente tem que ter esperança”.
A irmã informou ainda que “o trajeto que ela teria feito após sair do carro da escola da Van, na padaria que ela passou em frente a do mercado que ela foi comprou um lanche e depois saiu para resolver o que ela disse que tinha para resolver”, disse a irmã Maria Eduarda.
Outra imagem que a família tem é numa sorveteria que fica próximo ao mercado que ela entrou. Maria Eduarda disse também que “ela teria alguma razão para ter saído, pois ela teve comportamento estranho.
“Maze também nunca havia feito isso. Na quarta-feira ela não foi trabalhar, mas chegou a ir no colégio que ela trabalha para conversar as amigas. Na quinta-feira, no dia que ela sumiu, ela não foi trabalhar. Passou o dia com as duas filhas e o marido, porque estava com enxaqueca muito grande. Eu não sei se era por motivo de pensar muito nessa questão. Ela resolveu apenas ir ao mercadinho onde ela entrou e não voltou para casa. Ela pegou o contrário a gente não sabe mais notícia não. O telefone dela foi desligado o marido tá muito abalado. A família inteira toda preocupada porque a gente não sabe o que aconteceu”, disse o pai.
Muito abalado o pai continuou: “não se sabe o que foi que passou na cabeça dela, se ela foi encontrar com alguém que raptou ela... só faço um apelo: se essa pessoa tiver prendendo minha filha, solte-a. Entre em contato com a gente ou se alguém ela vê a reportagem, avise”, pediu o pai de Maze.
“Gente é coisa séria... Deus abençoe a todos que vem nos ajudando e que nos dê coragem para que a gente encontrar minha filha viva e que ela volta para casa, para tomar conta das filhinhas dela... Se Deus quiser, Deus ajude, vamos encontrar ela”, finalizou o pai.





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