Imortais das palavras, eternos na memória
Academia Serra-talhadense de Letras transforma literatura em legado cultural
Por Flávio José Jardim
atualizado há 2 meses
Publicado em
Nasceu do sonho e da inquietação de escritores apaixonados pela palavra a Academia Serra-talhadense de Letras (ASL), fundada em 3 de maio de 2001, na antiga Casa da Cultura de Serra Talhada. Sob o lema latino que remete à imortalidade, a entidade surgiu para eternizar vozes, histórias e identidades.
A ASL não é apenas uma instituição literária; é um guardião da memória regional. Seu compromisso vai além da escrita: envolve o resgate de autores, a valorização da produção local e o incentivo permanente a novos talentos que brotam no sertão como poesia viva.
Em um território muitas vezes invisibilizado, a Academia reafirma que o sertão também é celeiro de intelectuais, poetas, cronistas e pensadores. Cada cadeira ocupada carrega não só um nome, mas um pedaço da história cultural de Serra Talhada.
A leitura, defendida como ferramenta de consciência e transformação, é um dos pilares da entidade. Ler, como ensina a pedagogia e confirma a prática, é atribuir sentido ao mundo — e a ASL transforma esse ato em resistência cultural.
A escrita consciente, clara e comprometida com o tempo em que se vive também é estimulada. Registrar os fatos, interpretar a realidade e provocar reflexão fazem parte da missão dos imortais das letras.
Assim, a Academia segue firme, provando que palavras não morrem. Elas atravessam gerações, constroem identidade e garantem que a cultura de Serra Talhada permaneça viva, pulsante e eterna.
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