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JORNAL DA APLA CELEBRA 25 ANOS COM EDIÇÃO HISTÓRICA E TRANSFORMA A CULTURA DE PESQUEIRA EM PATRIMÔNIO VIVO

Publicação monumental reúne intelectuais, poetas, cronistas e jornalistas em uma ode magistral à memória, à literatura e à identidade cultural de Pesqueira

Por Flávio José Jardim atualizado há 1 hora
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JORNAL DA APLA CELEBRA 25 ANOS COM EDIÇÃO HISTÓRICA E TRANSFORMA A CULTURA DE PESQUEIRA EM PATRIMÔNIO VIVO

 

CAPA
CAPA (Flávio/flaviojjardim.com.br)

 

A cultura de Pesqueira voltou a resplandecer com a imponência das grandes obras destinadas à eternidade. Acaba de ser lançada a edição especial do Jornal da APLA, publicação comemorativa que reverencia os 25 anos da Academia Pesqueirense de Letras e Artes — agora oficialmente intitulada Casa Gilvan Maciel. O periódico emerge como um verdadeiro monumento editorial, reunindo textos eruditos, crônicas refinadas, poemas memoráveis e reportagens que exaltam a pujança intelectual de uma das mais importantes entidades culturais do interior pernambucano.

 

Mais do que um jornal digital, a obra configura-se como um relicário literário cuidadosamente lapidado por mãos talentosas. São quarenta páginas impregnadas de sensibilidade, memória e grandeza estética, compondo um mosaico que eterniza a trajetória da APLA desde sua fundação até o jubileu de prata que agora emociona acadêmicos, leitores e amantes da cultura regional.

 

A capa da edição já anuncia, de maneira arrebatadora, a magnitude do projeto gráfico e editorial. Sofisticada, elegante e artisticamente concebida, ela simboliza o espírito da Academia: uma instituição que transformou a palavra em instrumento de resistência cultural, refinamento intelectual e preservação histórica.

 

No editorial, a presidente Conceição Alves conduz o leitor por uma viagem emocionante através das duas décadas e meia da instituição. Em narrativa lúcida e sensível, ela revisita os momentos decisivos da APLA, reverencia os presidentes que ajudaram a consolidar a entidade e reafirma o compromisso da academia com a perpetuação da literatura, da arte e do pensamento crítico em Pesqueira.

 

Entre os destaques mais reverenciados da publicação está o ensaio do escritor e historiador Fábio Menino de Oliveira, que presta uma homenagem de rara profundidade ao saudoso Gilvan Maciel. A partir desta edição histórica, a entidade passa a carregar oficialmente o nome do intelectual, eternizando sua contribuição para a cultura local. A Academia Pesqueirense de Letras e Artes transforma-se, assim, em Casa Gilvan Maciel, numa deferência carregada de simbolismo e reconhecimento.

 

A poesia ocupa lugar de honra nesta edição antológica. O acadêmico Carlos Galindo emociona com um poema dedicado à figura materna, construído com delicadeza lírica e extraordinária densidade sentimental. João Capri, por sua vez, oferece ao leitor o inesquecível “Flor de Chanana”, além do refinado “Sem Mais Nem Menos”, textos que revelam sua singular habilidade de transformar simplicidade em beleza literária.

 

O jornalista Flávio J Jardim brinda os leitores com um mergulho nostálgico em sua trajetória profissional no Jornal do Commercio, onde celebrou três décadas de ingresso na imprensa pernambucana. Em relato vibrante e elegante, ele revisita os anos em que atuou como correspondente do tradicional periódico, publicando milhares de reportagens e escrevendo páginas marcantes do jornalismo regional.

 

Ainda na mesma edição, Flávio J Jardim revive os tempos áureos da comunicação pesqueirense ao apresentar o chamado “Dream Team” do jornalismo local. A narrativa reconstrói uma época histórica em que nomes como Gera Santana, Paulo Júnior, Luiz Kubitschek, Arnóbio Marques, João Maciel e Martins formavam uma geração considerada lendária na imprensa institucional do interior, transformando Pesqueira em referência comunicacional para Pernambuco.

 

Outro capítulo absolutamente fascinante surge no quadro infográfico conduzido por Juza, que realiza um verdadeiro passeio pelas dependências da APLA. Com linguagem dinâmica e visual encantador, o leitor percorre corredores, salões e símbolos da academia, conhecendo detalhes da instituição que consolidou-se como guardiã da memória cultural da cidade.

 

Margarida Maciel comparece à publicação com a força poética que lhe é peculiar. Seus poemas “Facetas do Amor”, “Gaiola Dourada” e “Túnel Esperança” mergulham na alma humana com intensidade e delicadeza. A escritora também abrilhanta a edição ao apresentar o hino do sesquicentenário da paróquia de Pesqueira, reafirmando a íntima ligação entre literatura, espiritualidade e identidade histórica.

 

O multiartista Guima rães oferece uma contribuição inovadora ao explorar o universo dos nanocontos. Em poucas linhas, seus microtextos alcançam vastidão filosófica e emocional, demonstrando que a grande literatura não depende da extensão, mas da profundidade da palavra. Já Chico Aquino assina uma reportagem luminosa sobre o florescimento cultural de Pesqueira, retratando a cidade como celeiro permanente de talentos artísticos e intelectuais.

 

As reflexões existenciais também encontram espaço privilegiado na obra. Nilo Moraes conduz o leitor a uma profunda meditação sobre “o homem na paisagem”, poema que transcende o cotidiano e toca regiões íntimas da alma. Paulo Muniz, com rigor histórico e elegância textual, resgata o pioneirismo dos sanharoenses Leonides e Moisés no universo acadêmico, destacando suas contribuições para o fortalecimento cultural da região.

 

Jaqueline Torres imprime sua sensibilidade em textos que entrelaçam memória, emoção e pertencimento. Em “Numa Manhã Comum”, “Feito no Domingo” e na crônica “As Coisas e Eu”, a escritora constrói retratos afetivos da existência cotidiana. Zélia Costa, por sua vez, oferece uma análise refinada sobre o jubileu de prata da Academia, enquanto José Severino do Carmo eterniza os 25 anos da entidade em um cordel vibrante, marcado pela autenticidade nordestina e pela força da oralidade popular.

 

A edição ainda reserva páginas memoráveis assinadas por Galba Macedo, que exalta o Dia da Língua Portuguesa e descreve a APLA como a verdadeira alma da “Atenas do Sertão”. Gera Santana, sob a assinatura de Sanger, discorre com profundidade sobre ética entre os imortais da Academia. Zuleide Siqueira promove uma emocionante viagem ao passado ao narrar as origens da entidade, enquanto Maria José Torres Klinsa reflete sobre as razões históricas e afetivas que tornam indispensável a celebração dos 25 anos da instituição.

 

Encerrando a monumental publicação, a professora e intelectual Ana Paula Lima oferece uma crônica densamente elaborada sobre os 146 anos da cultura de Pesqueira e brinda o leitor com o poema “Pesqueira, Cidade da Graça”, composição que transforma a cidade em personagem sublime da própria história.

 

A edição especial do Jornal da APLA já circula amplamente nas redes sociais, no site Flávio J Jardim, na Revista Poder, no Instagram e nas plataformas digitais da Academia, consolidando-se como uma obra indispensável para todos aqueles que compreendem que a cultura é a mais nobre herança de um povo. Veja abaixo o arquivo em PDF Super Leve.

 

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CAPA
CAPA (Flávio/flaviojjardim.com.br)

 

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