🔥 O ÚLTIMO FORRÓ DE ALAGOINHA: Encerramento do São João leva o povo ao delírio com shows e emoção até o dia clarear
Priscila Senna, Doba, Tito e Lipe Lucena transformam a última noite do São João em espetáculo inesquecível de luz, dança e emoção
Por Flávio José Jardim
atualizado há 1 ano
Publicado em
Na noite de encerramento do São João de Alagoinha, a cidade viveu um transe coletivo de forró, emoção e beleza popular. A última noite do ciclo junino foi daquelas que deixam marcas profundas na memória — um verdadeiro espetáculo de cultura e alegria no coração do Agreste.
Logo cedo, a Praça de Eventos começou a se encher de cores, passos ensaiados e sorrisos. As quadrilhas se apresentaram com vigor e emoção, e a multidão acompanhava cada passo com olhos brilhando. Era mais que dança: era tradição viva, desfilando sob as bandeirinhas e os balões de São João.
A sequência de shows começou com Doba e Tito, que levaram forró raiz e irreverência para o palco. O povo dançou como se não houvesse amanhã. Em seguida, Priscila Senna, a Musa da Sofrência, subiu ao palco arrancando lágrimas, gritos e corações. Ela entregou uma apresentação poderosa, mesclando os clássicos que marcaram sua carreira com os novos sucessos.
Mas foi Lipe Lucena quem fechou com chave de ouro. Carismático, elétrico e envolvente, o cantor fez o público pular, cantar e chorar. A praça virou um oceano de celulares iluminados, mãos erguidas e vozes afinadas. Um espetáculo de comunhão popular que reforça o poder transformador da música nordestina.
A cidade de Alagoinha mostrou, mais uma vez, que sabe fazer São João como poucos. Foram dias de pura entrega cultural, com cada noite superando a anterior. E o encerramento não ficou para trás — foi épico, catártico e inesquecível.
As redes sociais explodiram com registros da noite: vídeos, fotos, declarações apaixonadas por uma festa que respeita o passado e dança de olhos fechados rumo ao futuro. O São João de Alagoinha se consolida como um dos mais belos e autênticos de Pernambuco.
E agora, com o coração apertado de saudade e a alma lavada de tanta alegria, a cidade se despede de junho com um grito coletivo: que venha 2026! Porque aqui, em Alagoinha, o forró nunca morre. Ele apenas descansa… até o próximo São João.
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