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POÇÃO | Pedreiro que perdeu casa em deslizamento de barreira no Recife tem familiares em Poção, no Agreste

Quem puder ajudar aqui na região e em Poção, deve enviar donativos para um tio do pedreiro, Nestor Batista, que mora na rua José Maria Cavalcante, próximo ao Liquigás, em Poção

Por Flávio José Jardim atualizado há 5 anos
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POÇÃO | Pedreiro que perdeu casa em deslizamento de barreira no Recife tem familiares em Poção, no Agreste

       Os familiares do pedreiro José Cláudio Batista, que teve seu lar destruído após um deslizamento de barreira no Recife, são de Poção, município do Agreste de Pernambuco. Moradores da cidade já se mobilizam através das redes sociais de Poção para ajudar o pedreiro que perdeu a casa no Recife

       O pedreiro morava na Travessa Chapada do Araripe, em Jardim Monte Verde, no Ibura, área de risco da da zona sul.  A casa ficou destruída após o deslizamento de uma barreira, na madrugada de ontem (12).

       A filha do pedreiro, uma menina de 14 anos foi soterrada. Quem a salvou foi o pai. A adolescente foi socorrida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Lagoa Encantada, também no Recife.

Ela, segundo informações da família, se recupera no HR, pra onde foi transferida com escoriações na cabeça e na perna.

       José Cláudio Batista está sem emprego e pediu ajuda através de uma reportagem do Jornal do Commercio.  

       Com a casa totalmente destruída, o pedreiro não sabe o que fazer.  Quem puder ajudar José Cláudio Batista, que está no Recife, mas tem familiares em Poção, devem entrar em contato com o filho de José Cláudio, José Kaique, pelo número (81) 98899 9398, que também é WhatsApp.

       Em Poção, quem puder ajudar deve enviar donativos para Nestor Batista (Nestor do Açougue), tio do pedreiro, que mora na rua José Maria Cavalcante, próximo ao Liquigás, em Poção.

MOMENTOS DIFÍCEIS

       O pedreiro contou que viveu momentos de desespero, ao perceber que a filha estava presa devido ao deslizamento. “Comecei a cavar, gritei por ajuda, um vizinho desceu e começou a cavar comigo e eu encontrei o cabelo dela, depois o pé. A sensação na hora foi de uma alegria enorme. Deus me deu essa alegria. Antes eu pensava que ela estava morta porque tinha muito entulho em cima”, revelou o pedreiro ao JC.

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