Ricardo França analisa a disputa por vagas na Assembleia e na Câmara em Pernambuco
Advogado com atuação em Pesqueira e região, Ricardo França apresenta uma leitura do cenário eleitoral de 2026 e reúne nomes que, na sua avaliação, chegam à reta final com diferentes níveis de estrutura política
Por Da Redação
atualizado há 13 horas
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A eleição de 2026 entra em sua fase decisiva em Pernambuco. Com 49 cadeiras em disputa na Assembleia Legislativa e 25 vagas para deputado federal, a corrida eleitoral reúne centenas de candidatos e coloca partidos, grupos políticos e lideranças regionais diante de uma equação complexa: votos, estrutura partidária, alianças, presença territorial e capacidade de transferência eleitoral.
É nesse cenário que o advogado Ricardo Freitas do Amaral França, conhecido politicamente em Pesqueira e no Agreste, apresenta uma análise particular sobre a disputa. A leitura é de quem acompanha a política regional de perto e observa não apenas os nomes, mas também a força das legendas e das estruturas montadas em diferentes regiões do Estado.
Na disputa para deputado estadual, França reúne no Podemos nomes como Fabrizio Ferraz, Gilson Machado Filho, Gustavo Gouveia, Regina da Saúde, Beto Accioly, Luciano Duque, Mário Ricardo e Anderson Florêncio. No campo formado por PT, PCdoB e PV, aparecem Dani Portela, João Paulo Costa, Joaquim Lira, Doriel, João de Nadegi, Professora Ivete, João Paulo e Lara Santana.
O PSB é representado na análise por Cayo Albino, Eriberto Filho, Rodrigo Farias, Romero Albuquerque, Diogo, Romerinho Jatobá, Francismar, Sileno, Batista Cabral e Bruno Marques. No PL, aparecem Abimael, Coronel Alberto Feitosa, André Ferreira, Nino de Enoque e Raffie.
França também cita nomes do Novo, como Renato Antunes, Tércio e Manoel Medeiros; do MDB, Álvaro Porto e Zé Queiroz; do Avante, Sebastião Oliveira; e do Republicanos, Jobson Almeida e Júnior Matuto.
No PSD, sua leitura reúne Aglailson, Romero Sales, Débora Almeida, Joãozinho Tenório, Fábio Aragão, William Brígido, Anderson Luís, Andrea Medeiros, Davi Muniz, Zé de Irmã Teca, Janjão, Viviane e Professor Lupércio. Já no bloco PP/União, aparecem Antônio Coelho, France Hacker, Danilo Godoy, Pastor Cleiton Collins, Claudiano Filho, Kaio Maniçoba, Gleide Ângelo, Pastor Júnior Tércio, Adalto, Henrique Filho, Anderson Correia e Léo do Ar.
A análise muda de escala quando o assunto é a Câmara dos Deputados. Entre os nomes citados por França estão Gilson Machado, Marcelo Gouveia e Ricardo Teobaldo, pelo Podemos; Carlos Veras, Rosa Amorim, Clodoaldo Magalhães e Liana, no campo PT/PCdoB/PV; e Isa Arruda, pelo MDB.
No PL, aparecem Anderson Ferreira, Coronel Meira e Tiago Medina. Pelo PSB, Felipe Carreras, Lucas Ramos, Pedro Campos e Gabriel Porto. No Republicanos, Silvio Costa Filho, Bispo Ossésio e Augusto Coutinho. Pelo Avante, Waldemar Oliveira.
Na composição União/PP, França cita Lula da Fonte, Clarissa, Juliana Chaparral, Miguel Coelho e Fernando Filho. No PSD, aparecem Daniel Coelho, Fernando Monteiro, Guilherme Uchôa e Izaías Régis. Jones Manoel é citado pelo PSOL; Eduardo Moura, pelo Novo; e Pastor Eurico, pelo Cidadania.
Mais do que uma simples relação de nomes, a análise mostra como a eleição proporcional depende da combinação entre desempenho individual e força das legendas. O sistema eleitoral brasileiro para esses cargos é proporcional, o que faz com que a votação de cada candidato também esteja inserida na disputa interna de seu partido ou federação.
A lista oficial divulgada com base nos dados do TSE confirma que Pernambuco chega a uma eleição com grande número de concorrentes. No caso da Câmara Federal, eram 392 candidaturas registradas na atualização consultada em 23 de setembro, para 25 vagas.
Ricardo França: advogado, política e vida comunitária
A presença de Ricardo França no cotidiano de Pesqueira não se resume à política. Advogado inscrito na OAB/PE sob o número 21.160, ele mantém atuação profissional na cidade e seu nome aparece em registros judiciais há vários anos.
Sua ligação com a cultura local ganhou um capítulo especial em 2026. Durante o Carnaval, Ricardo foi homenageado pelo tradicional Lira da Tarde, que celebrou 88 anos de história. Segundo reportagem publicada à época, sua relação com o bloco vinha desde a infância e também envolvia apoio à agremiação ao longo dos anos.
O momento ganhou ainda mais emoção quando Ricardo, do alto do trio elétrico, fez um pedido de casamento a Isabel Maciel. A cena aconteceu diante dos foliões, transformando o desfile em um dos momentos marcantes daquele Carnaval.
Meses depois, em 29 de maio de 2026, Ricardo França e Isabel Maciel oficializaram a união em uma cerimônia que reuniu familiares, amigos e representantes de diferentes segmentos da sociedade pesqueirense. O casamento foi registrado como um dos acontecimentos sociais de destaque daquele período.
Assim, entre a advocacia, a participação na vida comunitária, a cultura popular e a observação do ambiente político, Ricardo França chega à reta final de 2026 como uma voz que procura interpretar o tabuleiro eleitoral pernambucano — especialmente a partir do olhar de quem vive e acompanha de perto a política de Pesqueira e do Agreste.
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