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RUA DO CUPIM | Um marco do abolicionismo? Geraldo Freire desvenda isso

O Comunicador da Maioria, Geraldo Freire, foi na Rua do Cupim, no Recife, e mostra uma história muito mais ampla do que o simples nome grafado na placa...

Por Flávio José Jardim atualizado há 3 anos
Publicado em 10 de maio de 2021, 16h29

RUA DO CUPIM | Um marco do abolicionismo? Geraldo Freire desvenda isso
https://youtu.be/4I6BvJlYv1E

       Na próxima quinta-feira, 13 de maio de 2021, comemoraram-se os 133 anos da assinatura da Lei Áurea pela Princesa Isabel, estava na Regência do Império do Brasil, devido ao tratamento de saúde que Dom Pedro II, seu pai, realizava na Europa.

       A data está um pouco desprestigiada desde a década de 1970, quando os movimentos negros brasileiros resolveram instituir o Dia da Consciência Negra para ressaltar o papel dos próprios negros no processo de sua emancipação. Assim, o dia 20 de novembro, que relembra a execução de Zumbi, seria um contraponto ao 13 de maio.

       O Dia Nacional da Consciência Negra foi incluído no calendário escolar brasileiro, pelo artigo 79-B, da lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que incluiu no currículo escolar a obrigatoriedade da temática “história e cultura afro-brasileira”.

       Pernambuco, Estado de grande marca histórica no Brasil Império, também contou com movimentos significativos. A Rua do Cupim, no Recife, revela uma gigante parte desse legado. Geraldo Freire foi até a Rua do Cupim e desvendou esse precioso capítulo da história abolicionista de Pernambuco.

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