SALVADOR ENCANTA MAIS DE 120 TURISTAS EM EXCURSÃO DA TORRES VIAGENS & TURISMO, COM FÉ, BELEZAS, POLÍTICA, HUMOR E HISTÓRIAS IMPERDÍVEIS
Sob o comando de Jefferson Torres, três ônibus levaram turistas de Pesqueira à capital baiana. Entre o pôr do sol na Barra, as igrejas históricas, os tambores do Olodum, a culinária apimentada, manifestações políticas e situações inesperadas, a viagem virou um verdadeiro festival de boas histórias. Nas redes sociais, a brincadeira era uma só: “Metade de Pesqueira está em Salvador!”
Por Flávio José Jardim
atualizado há 1 dia
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SALVADOR (BA) — Salvador é uma cidade tão fascinante que consegue reunir, num mesmo fim de semana, santos, tambores, políticos, turistas, vendedores de fitinhas, baianas sorridentes, praias deslumbrantes e uma pimenta capaz de fazer até o mais corajoso dos pernambucanos pedir socorro! Foi nesse cenário de beleza, fé, cultura e acontecimentos curiosos que a Torres Viagens & Turismo, sob o comando de Jefferson Torres, promoveu uma excursão com mais de 120 passageiros, distribuídos em três ônibus, saindo de Pesqueira, no Agreste de Pernambuco. A viagem começou na quinta-feira, 15 de outubro, e terminou na madrugada desta segunda-feira, 19, deixando uma certeza: Salvador não é apenas uma cidade para visitar. É um lugar para viver, sentir, admirar e, principalmente, ter muitas histórias para contar!
A quantidade de pesqueirenses circulando pela capital baiana foi tão expressiva que, nas redes sociais, começaram a aparecer comentários bem-humorados de que “metade de Pesqueira estava em Salvador”. Evidentemente, era um exagero daqueles que só a internet sabe produzir, mas havia momentos em que parecia mesmo que a cidade pernambucana tinha transferido parte de sua população para a Bahia. Bastava caminhar pela Barra, entrar num restaurante ou encontrar um grupo de turistas para ouvir uma voz conhecida. Se continuasse daquele jeito, alguém ainda poderia sugerir a instalação de uma representação da Prefeitura de Pesqueira nas proximidades do Farol da Barra!
A programação organizada por Jefferson Torres foi diversificada, contemplando alguns dos mais importantes cartões-postais da capital baiana. Os excursionistas visitaram a Basílica do Senhor do Bonfim, as Obras Sociais Irmã Dulce, o Pelourinho, o Centro Histórico, o Mercado Modelo, o Elevador Lacerda, o Farol da Barra e as praias da cidade. Também conheceram o Rio Vermelho, famoso pela gastronomia e pela vida cultural. Tudo isso enfrentando um calor escaldante, daqueles que fazem o turista procurar uma sombra antes mesmo de terminar a fotografia. O sol parecia trabalhar em regime de dedicação exclusiva, sem intervalo para almoço e muito menos direito a férias! Menos no domingo, 18, que amanheceu nublado, com chuva.
Na visita à Basílica Santuário do Senhor do Bonfim, a emoção tomou conta dos participantes. A igreja, um dos maiores símbolos da religiosidade brasileira, impressionou pela arquitetura, pela tradição e pelo ambiente de espiritualidade. Entretanto, do lado de fora, outra atividade funcionava com extraordinária eficiência: o comércio das famosas fitinhas do Senhor do Bonfim. Os vendedores abordavam os visitantes com tamanha disposição que dificilmente alguém conseguia passar despercebido. Bastava demonstrar um pequeno interesse e logo surgiam fitinhas de todas as cores, acompanhadas de explicações sobre pedidos, desejos e proteção espiritual. Em Salvador, até quem chega sem intenção de comprar pode sair com o braço enfeitado e três desejos para realizar!
Durante uma das visitas religiosas, um frade protagonizou um dos episódios mais engraçados da excursão. Ao saber que os visitantes eram de Pesqueira, demonstrou satisfação e afirmou conhecer a cidade. Até aí, tudo maravilhoso. O problema veio quando explicou que Pesqueira era uma cidade de pesca! A associação entre o nome do município e a atividade pesqueira provocou boas risadas entre os pernambucanos. Pelo visto, o religioso conhecia mais o significado aparente da palavra do que a história da nossa querida cidade. Mas ninguém levou a situação a sério. Afinal, o importante era a simpatia do frade, que, mesmo confundindo as vocações econômicas de Pesqueira, recebeu os visitantes com cordialidade. Fica o convite para conhecer pessoalmente nossa terra e descobrir que suas riquezas vão muito além dos peixes!
Nas Obras Sociais Irmã Dulce, o clima foi de respeito e reflexão. Os excursionistas tiveram a oportunidade de conhecer mais sobre a trajetória de Santa Dulce dos Pobres, a religiosa baiana que dedicou a vida ao atendimento dos necessitados e se tornou uma referência de amor ao próximo. A visita representou um dos momentos mais significativos da programação, mostrando que o turismo também pode proporcionar aprendizado, espiritualidade e contato com histórias humanas extraordinárias. Entre tantas atrações e divertimentos, a passagem pelo espaço dedicado à santa lembrou que a grandeza de uma cidade também se mede pela solidariedade de seu povo.
A religiosidade afro-brasileira também despertou interesse, especialmente pelas referências à Noite dos Tambores Silenciosos, manifestação de profundo significado cultural e espiritual, associada à memória, à ancestralidade e à resistência negra. Outro assunto que chamou a atenção foi o ritual de batismo ligado aos Filhos de Gandhy, lembrado no ambiente noturno da Praia da Barra. Essas tradições revelam uma Salvador que vai muito além das praias e dos monumentos. É uma cidade onde diferentes expressões religiosas convivem, dialogam e ajudam a construir uma identidade cultural reconhecida internacionalmente. A riqueza da Bahia está justamente nessa mistura de histórias, crenças, ritmos e manifestações populares.
No Pelourinho, a beleza dos casarões coloridos, das igrejas e das ruas de pedra transformou o passeio numa verdadeira viagem ao passado.
O Centro Histórico de Salvador é um dos mais importantes conjuntos arquitetônicos do Brasil e guarda capítulos fundamentais da formação do país. A presença de policiais em pontos estratégicos também chamou a atenção dos visitantes, contribuindo para a sensação de segurança. Os turistas caminharam, fotografaram, admiraram a arquitetura e aproveitaram a atmosfera singular de um lugar onde cada esquina parece guardar uma história. Salvador tem esse talento: transforma uma simples caminhada numa aula de história ao ar livre, sem precisar de quadro, giz ou chamada escolar.
Uma das atrações mais comentadas foi a visita ao local associado à gravação do histórico videoclipe “They Don't Care About Us”, de Michael Jackson, realizado em Salvador com a participação do Olodum. A famosa cena do astro internacional nas ruas do Pelourinho ajudou a projetar ainda mais a cultura baiana para o mundo. Para os visitantes, conhecer o cenário daquela produção foi uma oportunidade de recordar um dos momentos mais emblemáticos da música pop no Brasil. Afinal, não é toda cidade que pode dizer que recebeu o Rei do Pop e ainda colocou seus tambores para dialogar com a música de um dos artistas mais famosos da história!
E por falar em tambores, o Olodum e a Timbalada estiveram presentes no imaginário e nas experiências culturais dos excursionistas. Alguns turistas aproveitaram para fazer pinturas nos braços, inspiradas nas cores e nos desenhos associados aos movimentos musicais baianos. O resultado foi uma coleção de fotografias coloridas e muita animação. Era pago, mas valeu a pena ter a pintura no corpo. Em Salvador, a cultura não fica escondida dentro dos museus. Ela aparece nas ruas, nos instrumentos de percussão, nas roupas, nas pinturas e no sorriso das pessoas. E quem entra nesse clima acaba descobrindo que o espírito festivo da Bahia é altamente contagiante. O casal Ana Paula e Flávio J Jardim passeou com a camiseta do Olodum.
Outro espetáculo foi proporcionado pelas tradicionais baianas, com suas roupas brancas, turbantes, colares e uma disposição impressionante para fotografar com os visitantes. Algumas eram tão insistentes que parecia impossível escapar de um registro fotográfico. O turista caminhava tranquilamente e, quando percebia, já estava ao lado de uma baiana sorridente, pronto para eternizar o momento. Naturalmente, algumas fotografias eram serviços remunerados, razão pela qual combinar o preço antecipadamente era uma atitude recomendável. Afinal, o sorriso podia ser gratuito, mas a fotografia nem sempre! Tudo, porém, fazia parte do colorido e da movimentação turística da cidade.
No Mercado Modelo, os visitantes encontraram artesanato, roupas, lembranças, objetos decorativos e uma infinidade de produtos regionais. Era praticamente impossível entrar naquele espaço sem sentir vontade de levar alguma coisa para casa. Nas proximidades, o imponente Elevador Lacerda chamou a atenção pela beleza, pela limpeza e pela conservação observada durante a visita. O equipamento, que liga a Cidade Alta à Cidade Baixa, continua sendo um dos símbolos mais conhecidos de Salvador. A vista para a Baía de Todos-os-Santos é simplesmente magnífica, proporcionando fotografias que parecem cartões-postais.
Mas nem todos os elevadores da viagem tiveram a mesma eficiência. Em um dos hotéis utilizados pelos excursionistas, um equipamento apresentou defeito, provocando um pequeno contratempo. Felizmente, o problema foi resolvido rapidamente. Ainda assim, a situação entrou para o repertório de brincadeiras dos turistas. Afinal, depois de passar o dia caminhando debaixo do calor baiano, subir vários andares pelas escadas não fazia parte do pacote turístico! O importante é que tudo voltou ao normal, sem maiores consequências, e o episódio acabou rendendo mais algumas risadas.
A Praia da Barra foi um dos cenários mais encantadores da excursão. O Farol da Barra, o mar azul, o movimento da orla e a paisagem deslumbrante conquistaram os visitantes. Muitos ficaram hospedados nas proximidades, especialmente no tradicional Grande Hotel da Barra, enquanto outros foram distribuídos em diferentes estabelecimentos. O grande espetáculo, entretanto, aconteceu no fim da tarde, quando o sol começou a desaparecer no horizonte. O pôr do sol na Barra é uma experiência difícil de traduzir em palavras. O céu ganha tons dourados, o mar reflete a luz e os visitantes ficam em silêncio por alguns instantes, admirando uma das mais belas paisagens do litoral brasileiro. Depois, naturalmente, começam as fotografias, os vídeos e as postagens nas redes sociais!
Entretanto, nem tudo foi motivo de alegria na região. A notícia da morte de um turista alemão na Barra trouxe um momento de preocupação e reflexão sobre a segurança dos visitantes. Nos hotéis o barulho dos helicópteros chamou a atenção. Muitos pensavam, que eram os políticos nos comícios, mas eram aeronaves do resgate na tentativa de salvar o turista alemão. Infelizmente, ele veio a óbito. Salvador possui um extraordinário potencial turístico, mas, como qualquer grande metrópole, também enfrenta desafios relacionados à segurança pública. O contraste entre a beleza das paisagens e a notícia de uma tragédia lembrou que a preservação da vida deve estar sempre acima de qualquer atração turística.
Nas praias, o calor continuava intenso, e os turistas procuravam refresco entre mergulhos, cadeiras e guarda-sóis. Em determinada barraca, porém, um comerciante protagonizou um episódio curioso. O grupo pediu refrigerantes, mas o atendimento parecia obedecer a um relógio próprio, muito diferente daquele utilizado pelos visitantes. O tempo passava, a conversa avançava, o mar continuava bonito e as bebidas não chegavam. A demora acabou provocando brincadeiras entre os excursionistas. Evidentemente, aquele atendimento isolado não representa o povo baiano, conhecido pelo trabalho e pela hospitalidade.
Mas, naquele momento, parecia que o refrigerante tinha resolvido aproveitar a praia antes de chegar à mesa!
A culinária baiana também foi um capítulo especial. No Rio Vermelho, bairro conhecido pelos restaurantes, pela boemia e pelas tradições gastronômicas, os visitantes tiveram contato com sabores marcantes, entre eles a famosa maniçoba, prato preparado com folhas de mandioca devidamente processadas e submetidas a longo cozimento, acompanhadas de carnes e temperos. A experiência despertou curiosidade, especialmente entre aqueles que ainda não conheciam a iguaria. Também não faltaram referências ao acarajé, à moqueca, ao vatapá e ao caruru, especialidades que fazem da gastronomia baiana uma das mais ricas do Brasil.
Mas havia um detalhe capaz de surpreender os paladares pernambucanos: a pimenta! Em alguns restaurantes, o tempero parecia ter sido preparado para testar os limites da resistência humana. Bastava exagerar um pouquinho e o turista começava a procurar água, refrigerante, guardanapo e, dependendo da coragem, até uma intervenção divina! O curioso é que muitos experimentavam, reclamavam da ardência e, minutos depois, queriam provar novamente. A culinária da Bahia tem esse poder: conquista pelo sabor, impressiona pela intensidade e deixa lembranças que podem durar muito depois da refeição.
A política nacional também resolveu participar da excursão, embora não estivesse incluída na programação de Jefferson Torres. Durante a permanência do grupo em Salvador, a região da Barra registrou movimentações políticas relacionadas a Flávio Bolsonaro, Nikolas Ferreira e ACM Neto. Segundo relatos sobre o evento, Flávio Bolsonaro chegou a falar em transformar pobres em ricos, uma promessa ambiciosa que certamente mereceria um capítulo inteiro de discussão econômica. Afinal, se transformar pobreza em riqueza fosse tão simples quanto fazer um discurso, o Brasil já estaria disputando com as maiores potências mundiais o título de país mais próspero do planeta!
Na Avenida Oceânica, a passagem de alguns apoiadores de Bolsonaro provocou reações de simpatizantes de Lula, com discussões e manifestações de descontentamento. A cena mostrou que a polarização política brasileira consegue acompanhar o cidadão até durante as férias. Enquanto alguns defendiam seus líderes, outros preferiam observar de longe e continuar aproveitando a viagem. A democracia permite divergências e manifestações, mas exige respeito. E, convenhamos, numa cidade com praias tão bonitas, igrejas históricas e uma culinária extraordinária, há muitas maneiras mais agradáveis de gastar energia do que discutir política debaixo de um sol escaldante!
Os deslocamentos pelos diferentes bairros também revelaram os contrastes de Salvador. A cidade reúne construções históricas, avenidas movimentadas, hotéis, restaurantes, comércio popular, manifestações culturais e uma população que convive diariamente com os desafios de uma grande capital. Os passeios de city tour permitiram observar essa diversidade e compreender que a riqueza turística da Bahia não se limita às fotografias dos cartões-postais. Salvador é uma cidade de história, trabalho, religiosidade, música e resistência, marcada por uma identidade que atravessa gerações.
As paradas nos pontos de apoio durante os deslocamentos também se transformaram em atrações à parte. Com mais de 120 passageiros distribuídos em três ônibus, cada parada parecia uma pequena reunião social. Havia gente procurando café, comprando salgados, conversando, fazendo fotografias e aproveitando para reencontrar conhecidos. Alguns passageiros demonstravam uma habilidade especial para desaparecer justamente quando chegava a hora de retornar ao ônibus. Outros perguntavam repetidamente quanto tempo faltava para a próxima parada. A organização precisava funcionar com atenção redobrada, porque administrar três ônibus cheios de turistas exige paciência, experiência e uma boa dose de bom humor.
No comando dessa verdadeira operação estava Jefferson Torres, responsável pela Torres Viagens & Turismo. Organizar uma excursão desse porte envolve hospedagens, deslocamentos, horários, alimentação, passeios e a administração de imprevistos. São mais de 120 pessoas, cada uma com suas expectativas, preferências e necessidades.
Jefferson conduziu a programação procurando conciliar os diferentes interesses do grupo. E não é tarefa simples! Numa viagem dessa dimensão, sempre existe alguém querendo ficar mais tempo na praia, outro interessado em visitar mais uma igreja, um terceiro procurando uma loja e aquele passageiro que pergunta, pela décima vez, a que horas será o almoço.
E foi justamente o almoço do retorno que protagonizou uma das histórias mais comentadas, mas sem críticas. Foi engraçado. No domingo, 18 de outubro, os excursionistas começaram a viagem de volta a Pernambuco. Depois de algumas paradas em estabelecimentos que não dispunham de alimentação suficiente para atender a um grupo tão numeroso, a fome começou a crescer na mesma proporção em que os quilômetros passavam. O almoço, que deveria acontecer mais cedo, acabou sendo servido somente por volta das 15 horas. A essa altura, alguns passageiros já brincavam que seria melhor juntar almoço e jantar numa única refeição!
A situação provocou comentários divertidos. Havia quem olhasse para o relógio com frequência, quem perguntasse sobre o próximo restaurante e quem já estivesse disposto a aceitar praticamente qualquer cardápio. Mas, como acontece nas boas excursões, o contratempo terminou transformado em história. Depois que todos conseguiram se alimentar, a viagem prosseguiu, e o episódio entrou para a coleção de lembranças. Afinal, daqui a alguns anos, talvez ninguém se recorde exatamente do que comeu naquele domingo, mas certamente haverá quem conte que precisou esperar até as três da tarde para almoçar!
Os três ônibus chegaram a Pesqueira por volta das 5 horas da manhã desta segunda-feira, 19 de outubro, encerrando uma viagem de quatro dias marcada por experiências culturais, religiosas, gastronômicas e turísticas. Os passageiros desembarcaram cansados, mas levando presentes, fotografias, novas amizades e uma quantidade impressionante de histórias. Na memória ficaram o Farol da Barra, o pôr do sol, o Senhor do Bonfim, Santa Dulce dos Pobres, o Pelourinho, o Mercado Modelo, os tambores da Bahia, as pinturas nos braços, as baianas, a culinária apimentada e os encontros inesperados.
No balanço final, a excursão da Torres Viagens & Turismo mostrou que viajar é muito mais do que percorrer quilômetros e visitar monumentos.
É conhecer culturas, descobrir sabores, admirar paisagens, conviver com pessoas diferentes e aprender a lidar com situações inesperadas. Salvador ofereceu sua beleza extraordinária, sua riqueza histórica, sua diversidade religiosa e sua energia cultural. Também apresentou contratempos, discussões políticas e acontecimentos que fazem parte da realidade de uma grande cidade. Tudo isso compôs uma experiência que certamente permanecerá na memória dos participantes.
E se alguém perguntar como foi a viagem de Jefferson Torres com mais de 120 turistas para Salvador, a resposta pode ser resumida assim: teve de tudo um pouco! Teve fé no Senhor do Bonfim, emoção nas Obras Sociais Irmã Dulce, cultura no Pelourinho, música do Olodum, referências à Timbalada, lembranças de Michael Jackson, pôr do sol na Barra, baianas fotogênicas, fitinhas insistentes, pimenta de respeito, política na Avenida Oceânica, elevador com defeito, refrigerante demorado, almoço atrasado e até um frade que imaginava Pesqueira como uma cidade de pescadores.
Mas, acima de tudo, teve a oportunidade de conhecer uma das capitais mais extraordinárias do Brasil. Salvador é assim: encanta pela beleza, impressiona pela história, emociona pela fé e diverte pelas situações inesperadas. E depois de tantas aventuras, uma conclusão parece inevitável: a excursão terminou, os ônibus voltaram para Pesqueira, mas as histórias ainda vão render muitas conversas, risadas e recordações. Porque quem conhece Salvador sempre encontra um motivo para voltar. E quem viajou nessa caravana certamente terá assunto para contar durante muito tempo!
Revista Poder | Jornalista Flávio J. Jardim
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