Política

Vandalismo atinge novamente Feira de Gastronomia e Artesanato; prefeitura emite nota de repúdio

Barracas de artesãos e empreendedores foram viradas e danificadas pela segunda vez, gerando perdas materiais e prejudicando a economia e a cultura locais

Por Flávio José Jardim atualizado há 2 horas
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Vandalismo atinge novamente Feira de Gastronomia e Artesanato; prefeitura emite nota de repúdio

A Prefeitura de Poção publicou nota de repúdio após mais um episódio de vandalismo contra a Feira de Gastronomia e Artesanato do município. Segundo o comunicado oficial, barracas utilizadas por artesãos e pequenos empreendedores foram encontradas viradas e com danos visíveis, em um ataque que atinge não apenas bens materiais, mas o esforço coletivo de quem depende da feira para complementar a renda e divulgar a cultura local.


Moradores e expositores relataram surpresa e indignação ao constatar a destruição logo pela manhã. “Tem gente que vive disso, que investe em matéria-prima e no tempo para preparar os produtos. Ver tudo assim… é desanimador”, disse um feirante que preferiu não se identificar. Além do prejuízo financeiro imediato, a atitude compromete a imagem do evento e afasta visitantes, reduzindo a circulação de renda na cidade.


A nota da prefeitura classificou o ato como inaceitável, ressaltando o desrespeito ao patrimônio público e ao trabalho dos feirantes. A administração informou que medidas serão adotadas para identificar os responsáveis e reforçar a segurança da feira, sem detalhar prazos ou ações específicas. A ausência de informações concretas sobre investigações, porém, preocupa expositores que pedem respostas rápidas e efetivas.


Especialistas em políticas culturais lembram que espaços como essa feira vão além do comércio: são vitrines da identidade local e instrumentos de fomento à economia criativa. Quando vandalizados, perdem-se investimentos intangíveis — divulgação, networking e fidelização do público — que não se recuperam facilmente com a reposição de bens materiais. Isso torna urgente a criação de estratégias preventivas e de apoio às vítimas dos ataques.


A comunidade exige maior vigilância e campanhas de conscientização sobre o respeito ao patrimônio público. Para muitos moradores, a solução passa por ações conjuntas entre poder público, polícia e associações de feirantes, com iluminação adequada, câmeras em pontos estratégicos e turnos de monitoramento durante eventos. Há também pedidos por linhas de crédito ou auxílios emergenciais para recompor as barracas e estoques danificados.


Enquanto a prefeitura promete investigar, a feira segue com receio e trabalho interrompido por danos recentes. O episódio reacende o debate sobre civismo e responsabilidade coletiva em Poção: preservar espaços públicos e valorizar o trabalho local dependem não só de leis e segurança, mas da mudança de atitude de toda a sociedade. Gostaria que eu adaptasse o texto para publicação em redes sociais ou jornal local?

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