Política

A GIGANTE REPERCUSSÃO DA MORTE DE UM CAVALINHO QUE DEIXOU PESQUEIRA E TODA REGIÃO EM CHOQUE

A morte de um pequeno cavalinho, encontrado amarrado na entrada do sítio Climério, na região entre Serra da Cruz e Mimoso, em Pesqueira, ultrapassou os limites de uma ocorrência envolvendo um animal.

Por Flávio José Jardim atualizado há 13 horas
Publicado em

A GIGANTE REPERCUSSÃO DA MORTE DE UM CAVALINHO QUE DEIXOU PESQUEIRA E TODA REGIÃO EM CHOQUE
burrinho
burrinho

PESQUEIRA (PE) - A imagem e as circunstâncias do caso provocaram tristeza, revolta e uma onda de manifestações nas redes sociais. O que ficou foi a sensação dolorosa de que uma vida indefesa terminou de maneira cruel.

as
as

Segundo a denúncia recebida pelo protetor Igor Feitosa, a forma como o filhote teria sido amarrado fez com que a própria tentativa de escapar agravasse a situação. Quanto mais o animal se movimentava, mais a corda apertava seu pescoço. O desfecho foi trágico: o

as
as

cavalinho morreu sufocado, transformando-se em símbolo de uma indignação que tomou conta de muitos moradores. Igor Feitosa, conhecido pelo trabalho em defesa dos animais, afirmou que o caso estava sendo acompanhado e que as imagens seriam buscadas para auxiliar na apuração. “A gente está mantendo em cima da fiscalização”, declarou, mencionando que a situação já estava chegando à Delegacia e à Polícia Civil.

Nas redes sociais, a reação foi imediata. Entre lágrimas, indignação e pedidos de justiça, uma internauta resumiu o sentimento de muitos: “Porque tanta maldade com o bichinho meu Deus”. Outra foi direta: “Que crueldade ��”.

A revolta ganhou também um tom de cobrança. “Os crimes contra os animais em Pesqueira estão ficando cada dia mais corriqueiro, esperamos por JUSTIÇA”, escreveu uma pessoa. Outra questionou: “Cadê a justiça ⚖️ um crime que não pode ficar por isso mesmo”.

A dor apareceu em mensagens ainda mais fortes. “Jesus amado! Que Deus faça a justiça em dobro para quem fez essa maldade”, escreveu uma internauta. Outra afirmou: “Quanta maldade com o bichinho inocente revoltante ver uma cena dessa que a justiça seja feita”. Houve ainda quem dissesse: “Sofreu muito pra morrer o Deus veja quem fez isso e faça pagar pelo sofrimento que fez e dor!!!”.

Entre os comentários, uma reflexão chamou atenção pela preocupação com a normalização da violência contra animais. “Acho incrível que quando acontece uma fofoca, a cidade toda se mobiliza pra saber, mas quando é algo relacionado aos maus tratos animais, absolutamente ninguém abre a boca pra falar!”, escreveu uma internauta, acrescentando que os animais são vidas, sentem dor, emoções, fome e frio.

A mesma manifestação apontou que, segundo sua percepção, a crueldade contra animais teria sido normalizada em Pesqueira e defendeu que a sociedade compreenda a gravidade desses comportamentos. A publicação terminou com uma frase que sintetizou a indignação: “gente animais são vidas também”.

Outros comentários seguiram a mesma linha. “Justiça lei animais? Vergonha nacional.. Pesqueira maldade pura crueldade”, escreveu alguém. Outro internauta afirmou: “Este caso não pode ficar em puni ������”. Também apareceu uma pergunta que revela a perplexidade diante do episódio: “Ninguém fez nada??????”. A indignação chegou acompanhada de lágrimas e de uma sensação de impotência. “Sem palavras com a crueldade do ser humano ����”, escreveu uma pessoa. Outra declarou: “Pode ter certeza que quem fez esse mal, vai sofrer muito ainda nessa vida, o castigo vai chegar de forma dolorosa.”

Houve ainda quem ampliasse a denúncia para outras situações envolvendo animais. Uma internauta relatou possíveis maus-tratos contra galinhas durante transporte e abate, descrevendo cenas que, segundo ela, também provocariam sofrimento. Outra pessoa pediu diretamente a Igor uma providência para interromper supostos maus-tratos envolvendo aves. A comoção também produziu manifestações religiosas. “Meu Deus do céu quanta crueldade com um ser indefeso e inocente, meu pai que mundo é esse, Senhor tem misericórdia”, escreveu uma internauta. Em outra mensagem, alguém resumiu a dor apenas com emojis de lágrimas e corações partidos.

A revolta, em alguns momentos, ultrapassou os limites e apareceu em comentários carregados de raiva. “Deus me perdoe �� mais era pra fazer do mesmo jeito com esse indivíduo”, escreveu uma pessoa. Outros chamaram o responsável de “Desgraçado”, “Maldito seja o verme que fez isso” e pediram que “a lei do retorno chegue logo para este miserável”.

Também houve quem escrevesse: “Meu Deus do céu aonde vamos chegar com tanta maldade aos animais”, enquanto outro comentário dizia: “Malditos quem fez isso merece morrer da mesma forma ou bem pior desgraçados”. Em meio à revolta, uma terceira mensagem questionou: “Meu Deus até onde vai a maldade desses humanos malditos ������”.

Por trás de toda essa repercussão está um animal que não teve voz para pedir ajuda. O cavalinho não conseguiu se libertar, e sua morte deixou uma pergunta dolorosa para a sociedade: quantos outros animais ainda sofrem em silêncio? O caso mobilizou internautas, provocou cobranças por investigação e reacendeu a discussão sobre a responsabilidade de denunciar qualquer situação de crueldade.

Maus-tratos e denúncia: maus-tratos são ações ou omissões que provoquem dor, sofrimento, ferimentos ou morte, incluindo agressões físicas, negligência, abandono, confinamento inadequado e excesso de trabalho. A legislação brasileira criminaliza abusos, ferimentos e mutilações contra animais, com penas que podem ser agravadas quando ocorre a morte. Em situações de emergência ou flagrante, a orientação apresentada no material é acionar a Polícia Militar pelo 190; também é possível procurar a Polícia Civil para registrar ocorrência e, nos estados onde disponível, utilizar o Disque-Denúncia 181. Para casos envolvendo animais silvestres e fauna nativa, o material indica o Ibama, pelo 0800 61 8080.

Você precisa estar logado para comentar. Por favor, faça login ou crie a sua conta.

Ainda não há comentários para esta notícia. Seja o primeiro a comentar!

Veja também