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CAÇADA A ESTUPRADOR ASSUSTA AGRESTE

Novas denúncias ampliam investigação e aumentam tensão em Caetés e Capoeiras

Por Flávio José Jardim atualizado há 1 hora
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CAÇADA A ESTUPRADOR ASSUSTA AGRESTE

 

agreste
agreste (Flávio/flaviojjardim.com.br)

 

A Polícia Civil de Pernambuco intensificou a busca por André de Almeida Godoi, apontado como suspeito de uma sequência de crimes sexuais que vem espalhando medo entre moradores de Caetés e Capoeiras, no Agreste do Estado. Neste sábado (20), novas denúncias surgiram e reforçaram a suspeita de que o foragido possa ter feito mais vítimas do que se imaginava inicialmente.

 

Segundo informações repassadas pela Polícia Civil, após a divulgação da procura pelo investigado, outras duas mulheres procuraram as autoridades para relatar episódios de violência sexual supostamente praticados por André. Os novos depoimentos acenderam ainda mais o alerta das forças de segurança e ampliaram a dimensão do caso.

 

De acordo com os relatos preliminares, as duas mulheres teriam sido vítimas de abuso e também alvo de ameaças de morte. O trauma, segundo as informações apuradas, foi tão profundo que ambas acabaram deixando a região por medo e pela gravidade do que viveram.

 

Com o surgimento das novas denúncias, a Polícia Civil deu início a uma nova etapa das diligências, aprofundando as investigações para reunir provas, ouvir testemunhas, localizar outras possíveis vítimas e esclarecer por completo a atuação do suspeito.

 

A principal preocupação das autoridades neste momento é a possibilidade de que o número de vítimas seja ainda maior. Os investigadores trabalham com a hipótese de que outras mulheres possam ter sofrido violência, mas ainda não tenham formalizado denúncia.

 

Em nota, a Polícia Civil classificou André de Almeida Godoi como um indivíduo de extrema periculosidade. Segundo a corporação, os indícios apontam para um comportamento violento, intimidador e recorrente, o que torna a captura do investigado uma prioridade urgente para impedir novos crimes.

 

A repercussão do caso provocou forte apreensão em Caetés e Capoeiras, onde moradores acompanham com preocupação os desdobramentos da investigação. O medo aumentou diante da possibilidade de que o suspeito tenha agido diversas vezes e em diferentes circunstâncias.

 

As autoridades estão fazendo um apelo direto à população para que qualquer informação sobre o paradeiro do foragido seja repassada imediatamente às forças de segurança. A recomendação é clara: ninguém deve tentar abordá-lo por conta própria, justamente pelo risco envolvido.

 

A Polícia Civil orienta que denúncias sejam feitas de forma anônima e sigilosa por meio do WhatsApp da Delegacia de Polícia de Caetés, no número (87) 9.9125-1958, ou pelo WhatsApp do 9º BPM, no número (87) 9.8877-2136.

 

A colaboração da população é vista como peça-chave para localizar o suspeito, garantir o avanço das investigações e cumprir a ordem judicial de prisão já expedida.

 

Enquanto a caçada continua, o caso provoca revolta, medo e indignação no Agreste pernambucano, onde o sentimento entre moradores é de urgência por justiça, proteção às vítimas e resposta rápida das autoridades diante da gravidade das acusações.

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