CONDOMAR PRESENTE | PESQUEIRA ABRE OS OLHOS DO FUTURO
Conferência das Cidades contou com a equipe do Condomar, em um espetáculo democrático sem precedentes
Por Flávio José Jardim
atualizado há 1 ano
Publicado em
Pesqueira viveu um momento histórico, quase cinematográfico, ao sediar a Primeira Conferência Municipal das Cidades. O evento, realizado com pompa e participação popular autêntica, contou com a presença estratégica do CONDOMAR — Consórcio Intermunicipal Dom Mariano — que trouxe para o coração do Agreste a força de uma união regional com mais de 15 municípios. Ali, em meio a falas inflamadas e olhares atentos, o povo teve voz. E foi ouvido.
A conferência surpreendeu pelo formato inovador: não era um palanque para discursos vazios, mas um verdadeiro laboratório de ideias. Mobilidade urbana, acessibilidade, regularização fundiária e habitação popular foram discutidos em grupos abertos, com papel e caneta nas mãos de líderes comunitários, estudantes e associações. A cidade virou sala de aula. O povo, protagonista.
O CONDOMAR teve papel fundamental nessa engrenagem. Sua presença foi símbolo de que Pesqueira não está sozinha — faz parte de algo maior. “Essas trocas que acontecem aqui vão reverberar em Buíque, em Sertânia, em Tupanatinga, em tantas cidades. É o futuro sendo desenhado em rede”, afirmou Priscilla Ferreira, diretora do Condomar.
O prefeito Marcos ouviu, anotou e interagiu com os grupos populares. “Nunca vi um prefeito escutar tanto o povo como Marcos faz”, declarou um líder de bairro, emocionado. A sensação no ar era de que algo novo estava nascendo — uma cidade que não se governa de cima para baixo, mas de dentro para fora.
As fotos da conferência, que circularam pelas redes, mostravam rostos atentos, mãos erguidas, cadernos cheios de ideias. Um retrato que contrasta com a imagem de apatia política que paira sobre tantas cidades do interior. Em Pesqueira, a chama da participação cívica foi reacendida com força.
O resultado? Propostas concretas que servirão de base para o novo Plano Diretor do município — um documento que guiará as próximas décadas da cidade. Um futuro que começa agora, nas vozes dos esquecidos, nos papéis dos estudantes, nos sonhos dos trabalhadores.
Mais do que uma obrigação institucional, a conferência tornou-se um manifesto. Uma cidade que chama seus filhos à roda, que quer ouvir antes de decidir, que enxerga no diálogo o maior de seus patrimônios. Uma cidade que pensa grande e sonha junto — como deve ser.
Pesqueira, com a presença ativa do Condomar, fincou um marco. Mostrou que democracia de verdade não se faz apenas com votos, mas com escuta, coragem e construção coletiva. E quando isso acontece, não há limite para o que um povo pode conquistar.
Condomar transforma união de municípios em máquina de progresso e serviços públicos de qualidade
Um grupo de municípios resolveu dar as mãos. Trata-se do CONDOMAR — o Consórcio Intermunicipal Dom Mariano — que reúne 15 cidades em um pacto de eficiência, união e gestão compartilhada. O que era sonho virou política pública real.
Alagoinha, Arcoverde, Belo Jardim, Buíque, Brejo da Madre de Deus, Jataúba, Pedra, Pesqueira, Poção, Sanharó, São Caetano, Sertânia, Tamandaré, Tupanatinga e Venturosa formam esse cinturão de cooperação que já começa a transformar o mapa administrativo de Pernambuco. Uma aliança de gigantes médios que somam forças contra a escassez.
O segredo do CONDOMAR está em seus núcleos temáticos: áreas estratégicas da administração pública que agora são geridas com inteligência coletiva. No NISMI, saúde materno-infantil ganha atenção especial e tratamentos eficazes. No NIIP, a iluminação pública deixa de ser um problema crônico e passa a ser um direito garantido. No NIEDUC, a educação floresce com formação continuada, inovação e resultados.
A lógica é simples: sozinhos, somos fracos; unidos, somos imbatíveis. Cada cidade ganha quando compartilha. Se falta um especialista em Sanharó, ele vem de Arcoverde. Se há recurso sobrando em Poção, ele ajuda Venturosa. Um consórcio que não apenas otimiza recursos, mas reforça a solidariedade institucional.
As reuniões periódicas, sempre cheias de ideias e metas claras, se tornaram celeiros de propostas inovadoras. Cada reunião é uma fábrica de soluções. Técnicos, prefeitos, secretários e lideranças locais pensam, criam e executam como se fossem um só corpo administrativo.
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