José Alexandre leva literatura de cordel e emoção ao desfile dos 98 anos de Arcoverde
Espetáculo reuniu mais de 300 participantes e apresentou, por meio da arte, o trabalho desenvolvido pela Assistência Social do município
Por Flávio José Jardim
atualizado há 7 horas
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Depois de cinco anos à frente da direção da Paixão de Cristo de Alagoinha, espetáculo que alcançou projeção nacional e internacional sob sua condução, o diretor José Alexandre Araújo assumiu um novo e grandioso desafio artístico. Neste ano, ele foi contratado pela Secretaria de Assistência Social de Arcoverde para conceber e dirigir a participação da pasta no desfile cívico de 11 de setembro, em comemoração aos 98 anos do município.
Com o tema “Cuidado e Proteção: O Social no Portal do Sertão”, a apresentação levou a literatura de cordel para a avenida e retratou o trabalho realizado pelos equipamentos e serviços da Assistência Social. O espetáculo foi dividido em cinco alas e contou com sete carros alegóricos, uma equipe de mais de 100 profissionais e um elenco formado por mais de 300 participantes.
Poesia, teatro e manifestações da cultura popular, como maracatu, coco e maculelê, ajudaram a contar uma história sobre acolhimento, cidadania, cuidado e transformação social. Cada ala representou uma parte do trabalho desenvolvido diariamente pela Secretaria junto à população de Arcoverde.
Emocionada com o resultado, a secretária de Assistência Social, Neila Lira, destacou a importância da apresentação: “Que momento lindo a gente viveu em homenagem ao aniversário de Arcoverde. A nossa Secretaria desfilou com todos os nossos funcionários e usuários. O nosso grande presente para Arcoverde é cuidar das pessoas, e a Secretaria segue firme nesse propósito.”
Para José Alexandre, dirigir o espetáculo também representou a oportunidade de colocar a arte a serviço das pessoas.
“Meu sentimento é de profunda gratidão pela confiança. Agradeço ao prefeito Zeca, à secretária Neila Lira e a toda a minha equipe, que trabalhou com muito empenho para realizarmos uma apresentação tão grandiosa, bonita e emocionante. O social é acolher, estender a mão, fazer o bem e transformar vidas. Espero continuar contribuindo cada vez mais com a cultura, com a arte e com o trabalho social, porque quando a arte encontra um propósito, ela toca o coração das pessoas e deixa marcas que permanecem”, declarou o diretor.
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