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O ADVOGADO FALA | DR. JOÃO PRUDÊNCIO rompe o silêncio sobre operação policial em Alagoinha (PE). Ouça entrevista em áudio

Defensor afirma que clientes não estão presos e se dizem “surpresos” com informações divulgadas nas redes

Por Da Redação atualizado há 9 meses
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O ADVOGADO FALA | DR. JOÃO PRUDÊNCIO rompe o silêncio sobre operação policial em Alagoinha (PE). Ouça entrevista em áudio

 

ADVOGADO
ADVOGADO (Flávio/flaviojjardim.com.br)

 

Alagoinha, uma cidade do Agreste que ainda não se recuperou do impacto da morte brutal do vereador Ezinho da Construção, amanheceu nesta terça-feira, 14 de agosto de 2025, tomada por uma nova onda de tensão. Uma operação policial foi deflagrada logo nas primeiras horas do dia, lançando sobre as ruas e sobre as redes sociais uma tempestade de boatos, vídeos e acusações. No meio dessa avalanche de informações, um nome se destacou para tentar separar os fatos da ficção: o advogado criminalista Dr. João Prudêncio.

 

Com um tom firme e palavras calculadas, João Prudêncio decidiu quebrar o silêncio e falar publicamente sobre o caso. Defensor de duas pessoas citadas durante as investigações, ele procurou o site para esclarecer que, ao contrário do que circulava em postagens e comentários inflamados, “ninguém está preso”. O advogado fez questão de frisar que seus clientes “estão até surpresos com as informações” e que permanecem tranquilos, convictos de sua inocência. “É preciso ter responsabilidade com o que se divulga”, alertou.

 

As declarações do advogado soam como uma tentativa de conter um incêndio alimentado pelo imediatismo das redes sociais. Na cidade, onde o crime do vereador ainda é assunto em cada esquina, a ação policial desta manhã foi interpretada por muitos como o início de uma reviravolta no caso. Mas, para Prudêncio, há um abismo entre investigações e condenações. “A apuração é necessária, mas isso não significa que haja culpabilidade. Meus clientes não devem e não temem nada”, disse, em tom de defesa e advertência.

 

O clima em Alagoinha, no entanto, segue carregado. Enquanto as viaturas cruzavam as ruas em busca de provas e depoimentos, as janelas se enchiam de olhares curiosos e preocupados. No comércio, conversas eram interrompidas para comentar o que “um amigo viu” ou o que “o grupo do WhatsApp” publicou. A morte de Ezinho da Construção já havia deixado cicatrizes profundas na comunidade, e cada novo movimento da polícia reabre feridas e levanta mais perguntas do que respostas.

 

Para João Prudêncio, a ação deve se apoiar na serenidade e no compromisso com a verdade. Ele ressalta que o momento exige cautela e que o julgamento precipitado, muitas vezes alimentado por manchetes e postagens, pode destruir vidas inocentes. “A justiça tem seu tempo, e não é o tempo das redes sociais. Confio que tudo será esclarecido e que a verdade prevalecerá”, finalizou. OUÇA ENTREVISTA ABAIXO.

 

 

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PODCAST (Flávio/flaviojjardim.com.br)

 

Enquanto isso, a população de Alagoinha vive entre a ansiedade por respostas e o medo de mais revelações sombrias. A operação desta terça-feira talvez seja apenas mais um capítulo em uma história que parece longe de terminar — e na qual cada palavra dita, cada boato espalhado e cada passo da investigação pode mudar o destino de pessoas e famílias inteiras.

 

 

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ADVOGADO (Flávio/flaviojjardim.com.br)

 

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