Política

TRÊS EXECUÇÕES EM APENAS SETE DIAS MERGULHAM A CIDADE NO MEDO E NA REVOLTA. Pesqueira em Estado de Alerta

Sequência de assassinatos brutais entre os dias 14 e 21 de junho provoca comoção popular, gera enxurrada de protestos nas redes sociais e reacende debate sobre a segurança pública no município

Por Flávio José Jardim atualizado há 2 horas
Publicado em

TRÊS EXECUÇÕES EM APENAS SETE DIAS MERGULHAM A CIDADE NO MEDO E NA REVOLTA. Pesqueira em Estado de Alerta

 

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p (Flávio/flaviojjardim.com.br)

 

A CIDADE DE PESQUEIRA (PE) vive uma das semanas mais violentas e assustadoras dos últimos
tempos. Entre os dias 14 e 21 de junho de 2026, três homicídios com características de
execução foram registrados no município, espalhando medo entre moradores, comerciantes e
famílias inteiras. A sucessão dos crimes gerou uma onda de indignação coletiva e transformou
a violência no principal assunto das ruas e das redes sociais.


O primeiro caso ocorreu na noite do domingo, dia 14 de junho. A vítima foi Carlos Bezerra da
Silva, de 35 anos, conhecido por atuar como segurança. Ele foi assassinado no Centro da
cidade após ser surpreendido por criminosos armados que utilizaram uma espingarda calibre
12. A violência da execução chocou testemunhas e moradores que presenciaram a
movimentação policial no local.


Segundo informações divulgadas pelo Portal Agreste Violento, os autores do crime estavam
utilizando um veículo Hyundai HB20. Carlos foi atingido fatalmente e morreu antes mesmo da
chegada do socorro. O caso foi encaminhado para investigação da Polícia Civil, que segue
buscando identificar os responsáveis e esclarecer a motivação do assassinato.


Dois dias depois, na tarde da terça-feira, 16 de junho, Pesqueira voltou a ser palco de cenas de
terror. Mauro Alexandre Alves Lira, de 46 anos, foi executado a tiros no bairro Central. O crime
ocorreu em um bar e provocou momentos de pânico entre clientes e moradores da região.


De acordo com relatos preliminares, homens armados chegaram ao local e efetuaram diversos
disparos. Ainda segundo testemunhas, houve troca de tiros durante a ação criminosa. Mauro
teria reagido ao ataque, atingindo um dos suspeitos antes de tentar fugir pelas ruas próximas.


A perseguição terminou de forma trágica. Os criminosos continuaram a caçada e efetuaram
novos disparos, atingindo Mauro diversas vezes. Ele morreu antes da chegada do atendimento
médico. O assassinato mobilizou forças policiais e rapidamente ganhou repercussão em toda a
região do Agreste.


A morte de Mauro também reacendeu discussões sobre seu passado. Mauro havia sido citado
ao longo dos anos em diversas investigações policiais e reportagens relacionadas a crimes
violentos ocorridos em Pernambuco. Apesar disso, a execução levantou questionamentos
sobre a crescente ousadia dos criminosos que vêm atuando na cidade.


Quando a população ainda tentava compreender os dois homicídios ocorridos na mesma
semana, um terceiro crime abalou novamente Pesqueira. Na noite da sexta-feira, 19 de junho,
o empresário Flaviano Roberto da Silva, de 37 anos, proprietário da Pousada Bom Tempo, foi
assassinado em frente ao próprio estabelecimento.


Segundo informações divulgadas pelo Portal Agreste Violento, Flaviano estava na área externa
da pousada acompanhado de outras pessoas quando dois homens chegaram em uma

motocicleta. Sem qualquer discussão aparente, os suspeitos efetuaram vários disparos contra
a vítima.


O ataque aconteceu diante de testemunhas e provocou cenas de desespero. Frequentadores e
pessoas que estavam nas proximidades correram para tentar escapar dos tiros. O empresário
morreu no local, enquanto os criminosos fugiram logo após a execução.


Durante as investigações iniciais, equipes policiais realizaram diligências que resultaram na
apreensão de armas que poderão auxiliar no esclarecimento do caso. A Polícia Civil segue
trabalhando para identificar os envolvidos e determinar a motivação do homicídio.

INSEGURANÇA

 

Com três assassinatos em apenas sete dias, o sentimento predominante entre os moradores
passou a ser de insegurança. Muitos cidadãos afirmam que evitam sair à noite e demonstram
preocupação com a escalada da violência que vem atingindo diferentes áreas do município.


Nas redes sociais, a repercussão foi imediata. Centenas de comentários, compartilhamentos e
manifestações de revolta passaram a circular em grupos de WhatsApp, Facebook e Instagram.
A população cobra respostas das autoridades e pede medidas urgentes para combater a
criminalidade.


Diversos moradores destacaram que a cidade, historicamente conhecida pela tranquilidade e
pela convivência pacífica entre seus habitantes, parece atravessar um momento de profunda
inquietação. A sequência de mortes causou forte impacto emocional em muitas famílias.


A indignação popular também se concentra na falta de respostas rápidas para os casos. Até o
momento, os autores dos três assassinatos não haviam sido oficialmente identificados ou
presos, aumentando a sensação de impunidade entre os cidadãos.


Especialistas em segurança pública costumam alertar que crimes com características de
execução geram grande repercussão social justamente por demonstrarem planejamento,
ousadia e elevado potencial de intimidação da população. Em Pesqueira, essa percepção ficou
evidente ao longo da semana.


O comércio local também sentiu os reflexos dos acontecimentos. Empresários e trabalhadores
relataram preocupação com o clima de medo instalado na cidade, especialmente após o
assassinato de um empreendedor conhecido da comunidade.


Enquanto isso, familiares das vítimas enfrentam o luto em meio à comoção popular. Amigos,
conhecidos e moradores prestaram homenagens e manifestaram solidariedade às famílias
atingidas pela violência.


A expectativa agora é que as investigações avancem e permitam esclarecer os três homicídios.
A população aguarda respostas concretas das autoridades de segurança e espera que os
responsáveis sejam identificados e levados à Justiça.


Uma semana marcada por sangue, dor e medo ficará registrada na memória dos
pesqueirenses. Entre o domingo, 14 de junho, e este domingo, 21 de junho de 2026, três

execuções deixaram marcas profundas na cidade, transformando a violência em um dos temas
mais debatidos e preocupantes do município.

 

BOX | O QUE DIZEM OS LEITORES

Rosemiro Carneiro De Albuquerque Neto
Meu Deus, Pesqueira está violenta demais."
Lúcia Acauã
"Misericórdia, Senhor, quanta violência."
Maria Do Carmo
"Misericórdia! Mais um?"
Fatima Miranda
"Misericórdia, quanta violência. Meus sentimentos a toda família. Que Deus conforte a todos."
Rosa Gueiros
"Misericórdia, Senhor, que triste."
Carla Brito
"Gente, não precisa ter medo, observem que quem morreu até agora era porque algo de bom
não fizeram, né? É muito difícil ser inocente."
Maria Luzia Brito
"Misericórdia, Senhor."
Mercia Sobreira
"Senhor Deus Todo-Poderoso, o que está acontecendo com Pesqueira? Minhas condolências à
família enlutada."
Marcilene Santana
"Misericórdia, Jesus. Proteja os meus e todos desse lugar."
Ronderly Moura
"Misericórdia, misericórdia. Pesqueira já foi uma cidade tão pacata. Meu Deus, que violência
assustadora."
Ricardo Moura
"Pesqueira virou terra sem lei. Tantas vidas sendo ceifadas. Cadê as autoridades e o poder
público para punir esses assassinos e colocá-los atrás das grades?"
Evandro Rosa Freitas

"Está indo a caminho da destruição. Onde vai parar a segurança de Pesqueira? Misericórdia,
está demais. Repúdio aos políticos dessa cidade, nada fazem."
Ferrugem Pra
"É lamentável."
Jose Geraldo Barros Barros
"O Cão está solto em Pesqueira, misericórdia. Três mortes numa semana."
Cyla Carvalho
"Misericórdia."
Claudia Espindola
"Misericórdia, é um assassinato atrás do outro. Até quando Pesqueira vai ficar entregue a essa
bandidagem? Sem nenhuma solução para esses casos."
Geralda Torres
"Meus sentimentos aos familiares e amigos."
Eliane Lopes
"Meu Deus, que triste."
Dilma Lúcia
"Misericórdia, quanta violência. Lamentável."
Vicente Gomes
“Meu Deus, quanta violência aí em Pesqueira. Cadê as autoridades para prender esses
assassinos?"
Jailson Rodrigues
"Ave Maria, outro?"
Eliane Lopes
"Que Deus conforte os familiares."
Suzana Teixeira
"Misericórdia."
Guadalupe Brito
"Misericórdia!"
Manuel Messias
"Mais um, meu Deus. Que sofrimento."

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